Divórcio e Venda da Casa

Quem fica com a casa no divórcio ou separação depende de 3 coisas simples: (1) quem pode viver na casa (uso), (2) quem é dono (propriedade/partilhas) e (3) quem fica responsável pelo crédito (banco). Confundir estas 3 camadas é o erro que mais cria injustiças, atrasos e perdas de dinheiro.

Passar por um divórcio já é uma fase emocionalmente exigente. Quando existe uma casa em comum, a decisão torna-se ainda mais delicada: o imóvel pode representar património, memória familiar, crédito habitação e estabilidade futura. A resposta rápida é: sim, pode vender a casa no divórcio. Mas a

Este artigo aborda detalhadamente o que acontece com a casa em caso de separação ou morte na união de facto, e explora os direitos e deveres que protegem os conviventes nestas situações. A união de facto tem particularidades importantes quando se trata de questões patrimoniais, especialmente...

A venda parcial de um imóvel é uma questão frequente no mercado imobiliário, especialmente em casos de heranças, divórcios, ou quando há múltiplos proprietários. Mas afinal, é possível vender apenas uma parte do imóvel? A resposta depende de vários fatores, incluindo a natureza do direito de...

Quando existe usufruto sobre um imóvel e ocorre um divórcio, o que acontece à casa não é uma questão simples — e pode bloquear decisões durante meses ou anos. O usufruto não desaparece com o divórcio. Mantém-se ativo e limita diretamente o que pode ser feito com o imóvel — incluindo vender, dividir

Já se viu preso num impasse, incapaz de resolver uma situação de partilha de um imóvel? Seja uma herança, um bem pós-divórcio, ou um investimento conjunto, o desacordo na venda de um bem comum é uma fonte de stress e frustração para muitos coproprietários em Cascais e arredores.

­Se procura saber como vender a sua parte de um imóvel indiviso em Portugal, a resposta direta é: sim, é possível vender a sua quota, mesmo que os outros comproprietários não concordem — mas existem regras, riscos, impostos e estratégias que podem tornar essa decisão vantajosa… ou um erro caro.

Quando chega o momento de dividir património — seja após um divórcio, falecimento ou dissolução de uma sociedade — há uma pergunta que ganha um peso especial: “Quanto vale este imóvel?” Não estamos apenas a falar de números. Estamos a falar de memórias, de decisões difíceis, de justiça e, muitas ve

Ter um imóvel com mais do que um proprietário pode parecer, à partida, uma vantagem. Afinal, as despesas são partilhadas, as decisões são tomadas em conjunto e o risco é dividido. Mas, quando os caminhos se separam ou quando há divergências de opinião, esse imóvel deixa de ser uma tranquilidade para

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