RE/MAX CIDADELA
Última atualização: 2026-05-19
Comprar casa antes dos 35 anos em Portugal tornou-se mais acessível com a isenção de IMT, a isenção de Imposto do Selo e a Garantia Pública no crédito habitação. Em 2026, um jovem que compre a sua primeira habitação própria e permanente pode beneficiar de isenção total de impostos até 330.539€ e de isenção parcial até 660.982€, desde que cumpra os requisitos legais.
Mas estes apoios não significam que todos os jovens consigam comprar casa sem risco. O banco continua a avaliar rendimentos, taxa de esforço, estabilidade profissional, entrada disponível, seguros e valor de avaliação do imóvel. Na prática, a diferença entre comprar bem e comprar mal está em saber quanto pode realmente pagar antes de assinar o CPCV.
Na RE/MAX Cidadela, acompanhamos compradores desde 2004 em Cascais, Lisboa, Oeiras e Sintra, incluindo muitos jovens que procuram a primeira casa. Neste guia, explicamos os apoios disponíveis em 2026, os valores atualizados, os prazos máximos do crédito habitação, os erros a evitar e os passos certos para comprar casa com segurança.
Resumo rápido: comprar casa até aos 35 anos em 2026
Antes de escolher casa, confirme quanto pode comprar com segurança. Consulte o nosso Guia de Crédito Habitação para Comprar Casa em Portugal e saiba como preparar a pré-aprovação, comparar bancos e evitar erros antes de assinar o CPCV.
Comprar casa antes dos 35 anos: vale mesmo a pena?
Comprar casa antes dos 35 anos pode ser uma boa decisão, mas não deve ser vista apenas como uma forma de “aproveitar apoios”. A isenção de impostos e a Garantia Pública podem reduzir a barreira inicial, mas a compra continua a ser uma decisão financeira de longo prazo.
A grande vantagem de comprar jovem está no tempo. Um comprador de 28 ou 30 anos pode beneficiar de prazos de crédito mais longos, o que reduz a prestação mensal e pode facilitar a aprovação bancária. Além disso, comprar cedo permite começar a construir património em vez de pagar renda durante muitos anos.
No entanto, comprar casa só faz sentido se a prestação for sustentável. Um jovem que compra acima da sua capacidade financeira pode ficar preso a uma dívida pesada, com pouca margem para poupança, mudanças profissionais, filhos ou imprevistos. Por isso, antes de pensar no imóvel ideal, deve perceber qual é o orçamento seguro.
Quais são os apoios para jovens comprarem casa em 2026?
Em 2026, os principais apoios para jovens compradores são a isenção de IMT, a isenção de Imposto do Selo sobre a compra e a Garantia Pública no crédito habitação. Estes apoios foram criados para facilitar o acesso dos jovens à primeira habitação própria e permanente, mas têm regras específicas.
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Apoio |
Como funciona em 2026 |
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Isenção total de IMT e Imposto do Selo |
Para imóveis até 330.539€ |
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Isenção parcial |
Para imóveis entre 330.539€ e 660.982€ |
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Sem isenção |
Para imóveis acima de 660.982€ |
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Garantia Pública |
Pode permitir financiamento até 100% em imóveis até 450.000€ |
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Prazo máximo do crédito |
Até 40 anos para jovens até 30 anos; 37 anos dos 31 aos 35 anos |
Estes apoios podem representar uma poupança muito relevante. Em muitos casos, a isenção de IMT e Imposto do Selo pode libertar milhares de euros que, de outra forma, teriam de ser pagos antes da escritura.
Mas há um ponto essencial: os apoios não substituem a análise bancária. Mesmo com isenção fiscal e Garantia Pública, o banco pode recusar o crédito se considerar que a taxa de esforço é elevada, que os rendimentos são instáveis ou que o imóvel não justifica o valor pedido.
Quem tem direito à isenção de IMT Jovem?
A isenção de IMT Jovem destina-se a compradores até aos 35 anos que adquiram a sua primeira habitação própria e permanente. Isto significa que a casa tem de ser destinada à residência habitual do comprador, não a investimento, arrendamento ou segunda habitação.
Para beneficiar da isenção, o jovem não pode ser proprietário de outro imóvel habitacional à data da compra, nem ter sido proprietário nos três anos anteriores. Esta regra é importante porque muitos compradores pensam que basta ter menos de 35 anos, mas não é assim.
Também é necessário cumprir o limite de valor do imóvel. Em 2026, a isenção total aplica-se até 330.539€. Entre 330.539€ e 660.982€, a isenção é apenas parcial. Acima desse valor, não existe benefício.
Quanto pode poupar um jovem com a isenção de IMT?
A poupança depende do valor da casa. Quanto mais próximo estiver o imóvel do limite da isenção total, maior tende a ser a poupança fiscal.
Por exemplo, num imóvel de 300.000€ destinado a primeira habitação própria e permanente, um comprador jovem que cumpra os requisitos pode não pagar IMT nem Imposto do Selo sobre a compra. Isto pode representar uma diferença significativa no dinheiro necessário para concluir a operação.
Já num imóvel de 400.000€, o benefício não desaparece, mas passa a ser parcial. O comprador só paga imposto sobre a parte que excede o limite de isenção total, dentro das regras aplicáveis.
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Valor do imóvel |
Regime em 2026 |
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Até 330.539€ |
Isenção total de IMT e Imposto do Selo |
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De 330.539€ a 660.982€ |
Isenção parcial |
|
Acima de 660.982€ |
Sem benefício de IMT Jovem |
Na prática, este benefício pode ser decisivo para jovens que têm rendimento suficiente para pagar a prestação, mas pouca poupança acumulada para suportar todos os custos iniciais.
E se comprar casa em casal e só um tiver menos de 35 anos?
Se a casa for comprada por duas pessoas e apenas uma cumprir os requisitos do IMT Jovem, a isenção aplica-se apenas à quota-parte dessa pessoa. Este ponto é muito importante em compras feitas por casais com idades diferentes ou em que apenas um dos compradores nunca teve casa.
Imagine, por exemplo, que um casal compra uma casa em partes iguais. Se apenas um dos compradores tiver direito à isenção, o benefício aplica-se apenas a 50% da aquisição. A outra metade é tributada pelas regras normais.
Antes de avançar, deve ser feita uma simulação fiscal com base na idade, situação patrimonial e percentagem de aquisição de cada comprador. Esta análise evita surpresas no momento da escritura.
Garantia Pública: é possível comprar casa sem entrada?
A Garantia Pública pode permitir que jovens até aos 35 anos obtenham financiamento até 100% do valor da compra, em imóveis até 450.000€, desde que cumpram os requisitos legais e bancários. O Estado pode prestar uma garantia até 15% do valor da transação, ajudando a ultrapassar a falta de entrada inicial.
Este apoio foi pensado para jovens que têm rendimento para pagar a prestação, mas não conseguiram ainda acumular poupança suficiente para dar os tradicionais 10% ou 20% de entrada.
No entanto, comprar sem entrada não significa comprar sem risco. O banco continua a avaliar a taxa de esforço, a estabilidade profissional, os rendimentos, o historial bancário e o valor da avaliação do imóvel. Além disso, o jovem continua a precisar de dinheiro para outros custos, como seguros, eventuais comissões, mudanças, mobiliário e reserva de emergência.
Requisitos habituais da Garantia Pública
A Garantia Pública não é automática. Para poder beneficiar, o comprador deve, em regra, cumprir condições como:
A garantia vigora durante os primeiros 10 anos do contrato de crédito, segundo a informação pública disponível sobre o regime.
Qual é o prazo máximo do crédito habitação para jovens?
O prazo máximo do crédito habitação depende da idade do comprador no momento da contratação. Para compradores até aos 30 anos, o prazo máximo recomendado pode chegar aos 40 anos. Para quem tem mais de 30 e até 35 anos, o prazo máximo recomendado é de 37 anos. Para compradores com mais de 35 anos, o limite recomendado é de 35 anos.
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Idade do comprador |
Prazo máximo recomendado |
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Até 30 anos |
40 anos |
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Mais de 30 e até 35 anos |
37 anos |
|
Mais de 35 anos |
35 anos |
Por exemplo, uma pessoa de 28 anos pode, em princípio, pedir um crédito até 40 anos. Já uma pessoa de 34 anos terá normalmente um prazo máximo de 37 anos. Esta diferença pode alterar bastante a prestação mensal e a aprovação do financiamento.
Mas atenção: prazo máximo não significa prazo ideal. Um prazo mais longo reduz a prestação mensal, mas aumenta o total de juros pagos ao longo da vida do empréstimo. O ideal é encontrar um equilíbrio entre uma prestação confortável e um custo total controlado.
Como definir o orçamento antes de procurar casa?
Antes de começar a visitar imóveis, deve saber quanto pode comprar com segurança. O erro mais comum é começar pelo imóvel e só depois tentar adaptar o crédito ao sonho. O processo deve ser o contrário: primeiro definir orçamento, depois procurar casa.
O orçamento deve considerar:
A taxa de esforço é um dos indicadores mais importantes. Idealmente, a prestação do crédito não deve consumir uma percentagem demasiado elevada do rendimento mensal. Mesmo que o banco aprove, deve perguntar-se: “consigo pagar esta prestação se a Euribor subir, se mudar de emprego ou se tiver uma despesa inesperada?”
Comprar casa não deve eliminar a sua capacidade de viver, poupar e responder a imprevistos.
Passo a passo para comprar casa até aos 35 anos
Comprar casa com segurança exige método. O processo deve seguir uma ordem lógica para evitar decisões precipitadas.
1. Fazer pré-aprovação bancária
Antes de visitar casas, deve falar com o banco ou com um intermediário de crédito. A pré-aprovação permite saber quanto pode pedir emprestado, qual será a prestação aproximada e se pode beneficiar da Garantia Pública.
Sem esta etapa, corre o risco de encontrar uma casa, fazer proposta e descobrir tarde demais que o banco não aprova o financiamento necessário.
2. Confirmar se tem direito aos apoios
Depois da pré-aprovação, deve confirmar se cumpre os requisitos da isenção de IMT, Imposto do Selo e Garantia Pública. Esta validação deve ser feita antes da proposta, porque altera diretamente o dinheiro necessário para concluir a compra.
3. Escolher a localização certa
A localização continua a ser um dos fatores mais importantes na compra de casa. Para jovens compradores, a decisão deve equilibrar preço, mobilidade, qualidade de vida e valorização futura.
Em zonas como Cascais, Lisboa, Oeiras e Sintra, as diferenças de preço entre freguesias podem ser muito grandes. Uma boa escolha de localização pode permitir comprar uma casa melhor, com menor esforço financeiro e maior potencial de valorização.
4. Comparar imóveis novos, usados e em planta
Cada tipo de imóvel tem vantagens e riscos.
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Tipo de imóvel |
Vantagens |
Cuidados |
|
Imóvel novo |
Maior eficiência energética, menor manutenção inicial |
Preço mais elevado |
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Imóvel usado |
Pode ter melhor localização e preço mais acessível |
Pode exigir obras |
|
Imóvel em planta |
Possível valorização até à conclusão |
Risco de atrasos e necessidade de validar o promotor |
Um jovem comprador não deve olhar apenas para o preço. Deve considerar custos de obras, eficiência energética, condomínio, transportes, exposição solar, ruído, estado do prédio e potencial de revenda.
5. Validar documentos antes do CPCV
Antes de assinar o Contrato-Promessa de Compra e Venda, é essencial validar a documentação do imóvel. Isto inclui certidão permanente, caderneta predial, licença de utilização, certificado energético e declaração de condomínio.
Um CPCV assinado sem verificação documental pode criar problemas sérios. Se houver ónus, penhoras, divergências de áreas, dívidas de condomínio ou problemas urbanísticos, o comprador pode ficar numa posição frágil.
6. Proteger o CPCV com cláusulas adequadas
O CPCV deve proteger o comprador, sobretudo quando existe crédito habitação. Uma cláusula de proteção ligada ao financiamento pode ser essencial para evitar a perda do sinal caso o banco não aprove o crédito.
Também devem ficar claros os prazos, o valor do sinal, a data prevista para escritura, a entrega do imóvel livre de ónus e as consequências em caso de incumprimento.
7. Preparar a escritura e os custos finais
Antes da escritura, deve confirmar o valor dos impostos, seguros, registo, escritura e eventuais custos bancários. Mesmo com isenção de IMT e Imposto do Selo, pode haver outros valores a pagar.
A compra só deve avançar quando o comprador tem todos os custos confirmados e o crédito aprovado.
Erros comuns dos jovens ao comprar casa
Comprar casa antes dos 35 anos pode ser uma excelente oportunidade, mas os apoios públicos não eliminam todos os riscos. A isenção de IMT, o Imposto do Selo e a Garantia Pública ajudam, mas a decisão continua a exigir planeamento financeiro, validação bancária e proteção contratual.
1. Pensar que a isenção jovem elimina todos os custos
A isenção jovem pode reduzir ou eliminar o IMT e o Imposto do Selo sobre a aquisição, mas não elimina todos os encargos da compra. Mesmo com benefício fiscal, podem existir custos com avaliação bancária, seguros, escritura, registos, condomínio, mudanças, mobiliário e manutenção inicial. Comprar sem reserva financeira continua a ser arriscado.
2. Esquecer o Imposto do Selo sobre o crédito habitação
Este é um erro muito comum. A isenção jovem pode abranger o Imposto do Selo sobre a compra, mas se houver crédito habitação pode continuar a existir Imposto do Selo sobre o valor financiado. Nos empréstimos com prazo igual ou superior a 5 anos, este imposto corresponde normalmente a 0,6% sobre o montante do crédito. Num empréstimo de 300.000€, são cerca de 1.800€.
3. Comprar no limite máximo aprovado pelo banco
Ter crédito aprovado não significa que a prestação seja confortável. O banco avalia a operação com base nos seus critérios, mas não conhece todos os seus planos futuros, despesas pessoais ou margem emocional. Um jovem comprador deve deixar folga para subidas de juros, mudanças profissionais, filhos, obras ou imprevistos.
4. Confiar apenas nos apoios do Estado
Apoios como a isenção de IMT, o Imposto do Selo e a Garantia Pública facilitam a compra, mas não tornam automaticamente uma operação segura. O banco continua a avaliar rendimentos, taxa de esforço, estabilidade profissional e valor de avaliação do imóvel. A pergunta certa não é apenas “tenho direito ao apoio?”, mas sim “consigo pagar esta casa com tranquilidade?”
5. Assinar CPCV sem proteção do financiamento
Se a compra depende de crédito habitação, o CPCV deve prever o que acontece se o banco recusar o financiamento. Sem uma cláusula adequada, o comprador pode perder o sinal. Este é um dos erros mais caros e mais fáceis de evitar com acompanhamento jurídico e imobiliário antes da assinatura.
6. Esquecer os custos depois da escritura
A compra não termina no dia da escritura. Depois vêm mudanças, mobília, eletrodomésticos, contratos de água, luz, gás, internet, condomínio, IMI e manutenção. Muitos jovens calculam apenas a prestação mensal e esquecem que os primeiros meses depois da compra podem exigir vários milhares de euros adicionais.
7. Escolher casa apenas pela emoção
É normal apaixonar-se por uma casa, mas a primeira habitação deve ser analisada também como decisão financeira. Localização, transportes, estado do prédio, exposição solar, ruído, condomínio, eficiência energética e facilidade de revenda podem pesar muito no valor futuro do imóvel.
8. Não comparar propostas de crédito habitação
Uma pequena diferença no spread, nos seguros, nas comissões ou na TAEG pode representar milhares de euros ao longo do contrato. Muitos jovens aceitam a primeira proposta do banco onde já têm conta, mas comparar várias soluções permite perceber o verdadeiro custo do crédito. Na RE/MAX Cidadela, através da MAXFINANCE, ajudamos compradores a comparar propostas sem custo para o cliente.
Mini-resumo:
Os apoios para jovens podem reduzir muito o custo inicial da compra, mas não eliminam todos os encargos. Antes de assinar CPCV, confirme impostos, crédito, seguros, custos bancários, registos, condomínio e margem financeira para viver depois da escritura.
Vale a pena comprar casa antes dos 35 anos?
Vale a pena quando existe estabilidade financeira, capacidade de pagar a prestação com folga e intenção de usar o imóvel como habitação própria e permanente. Com os apoios disponíveis em 2026, a compra pode ser muito mais acessível do que seria sem isenções.
Mas não vale a pena comprar apenas para “não perder o benefício”. Comprar casa é uma decisão de longo prazo. Se o orçamento estiver apertado, se o emprego for instável ou se houver incerteza sobre a zona onde quer viver, pode fazer sentido esperar, poupar mais ou procurar uma alternativa mais realista.
O melhor cenário é aquele em que os apoios reduzem os custos iniciais, mas a decisão continua financeiramente segura mesmo sem depender apenas deles.
FAQ — Perguntas frequentes sobre comprar casa até aos 35 anos
Quem tem direito à isenção de IMT Jovem em 2026?
Têm direito jovens até aos 35 anos que comprem a sua primeira habitação própria e permanente, desde que não sejam proprietários de outro imóvel habitacional nem tenham sido proprietários nos três anos anteriores. A isenção depende também do valor do imóvel e da quota-parte adquirida por cada comprador.
Qual é o valor máximo para ter isenção total de IMT em 2026?
Em 2026, a isenção total de IMT e Imposto do Selo aplica-se a imóveis até 330.539€. Para imóveis entre 330.539€ e 660.982€, pode existir isenção parcial. Acima desse valor, não existe benefício de IMT Jovem.
A isenção jovem elimina todo o Imposto do Selo?
Não necessariamente. A isenção jovem pode abranger o Imposto do Selo sobre a aquisição do imóvel, que corresponde normalmente a 0,8% do valor da compra, desde que estejam cumpridos os requisitos legais do regime.
No entanto, se houver crédito habitação, pode continuar a existir Imposto do Selo sobre o montante financiado. Este é um imposto diferente, aplicado ao empréstimo bancário, e nos contratos com prazo igual ou superior a 5 anos corresponde normalmente a 0,6% sobre o valor do crédito.
Posso comprar casa sem entrada com a Garantia Pública?
Pode ser possível, mas não é automático. A Garantia Pública pode permitir financiamento até 100% em imóveis até 450.000€, com garantia do Estado até 15% do valor da transação. Ainda assim, o banco continua a decidir se aprova ou não o crédito.
Qual é o prazo máximo do crédito habitação aos 28 anos?
Aos 28 anos, o prazo máximo recomendado pode chegar aos 40 anos. Isto significa que, em princípio, o crédito poderia terminar por volta dos 68 anos. No entanto, cada banco pode aplicar critérios próprios de idade máxima no final do empréstimo.
E aos 34 anos, qual é o prazo máximo?
Aos 34 anos, o prazo máximo recomendado é normalmente de 37 anos, porque o comprador está no escalão entre mais de 30 e até 35 anos. Este prazo pode ajudar a reduzir a prestação mensal, mas também aumenta o total de juros pagos ao longo do contrato.
Se comprar com outra pessoa e só um tiver até 35 anos, há isenção?
Sim, mas a isenção aplica-se apenas à quota-parte do comprador que cumpre os requisitos. Se o imóvel for comprado em partes iguais e apenas um comprador tiver direito ao benefício, a isenção incide apenas sobre essa parte.
Posso beneficiar dos apoios se comprar para arrendar?
Não. Os apoios destinam-se à compra da primeira habitação própria e permanente. Se o objetivo for comprar para arrendamento, investimento ou segunda habitação, o regime de isenção jovem não se aplica.
Vale a pena comprar casa antes dos 35 anos?
Pode valer muito a pena se tiver rendimentos estáveis, capacidade financeira e intenção de viver no imóvel. Os apoios reduzem os custos iniciais, mas a compra deve continuar a ser sustentável no longo prazo.
Conclusão: comprar jovem pode ser uma vantagem, mas exige estratégia
Comprar casa até aos 35 anos em Portugal pode ser uma excelente oportunidade em 2026. A isenção de IMT, a isenção de Imposto do Selo e a Garantia Pública podem reduzir significativamente a barreira de entrada para jovens que querem comprar a primeira habitação própria e permanente.
Mas a decisão não deve ser tomada apenas porque existem apoios. O mais importante é saber quanto pode comprar com segurança, validar o crédito antes da proposta, escolher bem a localização e proteger o CPCV.
Na RE/MAX Cidadela, ajudamos compradores em Cascais, Lisboa, Oeiras e Sintra desde 2004. Acompanhamos todo o processo: procura do imóvel, análise de mercado, negociação, validação documental e comparação de crédito habitação através da MAXFINANCE.
Se está a pensar comprar a sua primeira casa, fale connosco antes de avançar. Uma boa preparação pode poupar-lhe impostos, evitar erros e ajudá-lo a comprar com mais segurança.
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Sobre o Autor: Pedro Pettermann
Broker da RE/MAX Cidadela em Cascais, com mais de 20 anos de experiência no mercado imobiliário da Linha de Cascais, Lisboa, Oeiras e Sintra. Licenciado em Gestão e MBA pelo IE Business School, alia visão estratégica a um profundo conhecimento local. Reconhecido como especialista em mercado imobiliário, crédito habitação e marketing digital, ajuda proprietários e compradores a tomar decisões seguras e rentáveis.
Na RE/MAX Cidadela já fizemos mais de 4.800 famílias felizes com a venda ou compra da casa dos seus sonhos
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