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Resposta rápida: depois dos 65 anos, não existe uma solução única para a casa. Pode adaptá-la e permanecer, arrendá-la, vendê-la para mudar para uma habitação mais pequena, negociar uma permanência temporária depois da venda, vender a nua propriedade mantendo o usufruto, doá-la aos filhos ou vendê-l

Ter uma casa paga e uma reforma relativamente baixa pode criar uma situação paradoxal: existe património, por vezes de centenas de milhares de euros, mas pouco dinheiro disponível todos os meses. Depois dos 65 anos, uma das decisões mais importantes pode ser perceber se é possível transformar parte

O cabeça de casal é a pessoa responsável por administrar a herança até à sua liquidação e partilha, mas isso não significa que possa decidir sozinho o destino dos bens. Pode conservar e administrar o património, tratar de determinadas obrigações fiscais, cobrar certos créditos da herança, gerir des

A venda parcial de um imóvel é uma questão frequente no mercado imobiliário, especialmente em casos de heranças, divórcios, ou quando há múltiplos proprietários. Mas afinal, é possível vender apenas uma parte do imóvel? A resposta depende de vários fatores, incluindo a natureza do direito de...

É possível vender um imóvel em herança indivisa em Portugal sem fazer primeiro a partilha, desde que estejam reunidas as condições legais necessárias e, em regra, os herdeiros com legitimidade para a venda intervenham conjuntamente no negócio. O artigo 2091.º do Código Civil determina que, fora das

Transmitir uma casa aos filhos em vida não significa necessariamente fazer uma simples doação. Em Portugal, os pais podem doar a propriedade plena, transmitir a nua-propriedade reservando o usufruto, fazer uma partilha em vida, vender o imóvel a um filho ou manter a propriedade para que esta integre

­Ajudar um filho a comprar casa pode significar coisas muito diferentes: dar dinheiro para a entrada, emprestar esse dinheiro, ser fiador, entrar no crédito habitação, comprar parte do imóvel ou até oferecer outro imóvel como garantia ao banco. E estas alternativas não produzem as mesmas consequênc

Quando um filho quer comprar casa mas o banco considera que falta entrada, rendimento ou garantias, muitos pais colocam-se perante a mesma dúvida: é melhor dar dinheiro, ficar como fiador ou entrar no crédito como mutuário? As três soluções podem ajudar a viabilizar a compra, mas têm consequências

­Ajudar um filho a comprar casa tornou-se uma realidade cada vez mais frequente em Portugal, sobretudo quando o principal obstáculo à compra não é a prestação mensal, mas conseguir reunir o capital necessário para a entrada, impostos e restantes despesas. Na RE/MAX Cidadela, onde acompanhamos

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