Quando um filho quer comprar casa mas o banco considera que falta entrada, rendimento ou garantias, muitos pais colocam-se perante a mesma dúvida: é melhor dar dinheiro, ficar como fiador ou entrar no crédito como mutuário? As três soluções podem ajudar a viabilizar a compra, mas têm consequências
Ajudar um filho a comprar casa tornou-se uma realidade cada vez mais frequente em Portugal, sobretudo quando o principal obstáculo à compra não é a prestação mensal, mas conseguir reunir o capital necessário para a entrada, impostos e restantes despesas. Na RE/MAX Cidadela, onde acompanhamos
Comprar casa em nome dos filhos em Portugal é legal, mas envolve regras jurídicas, fiscais e sucessórias complexas. Não basta assinar a escritura: há implicações com autorização judicial, impostos, heranças e até com os bancos. Muitos pais ponderam esta decisão para proteger património ou garantir
Comprar casa para os seus filhos e continuar a viver nela com total segurança é possível — desde que escolha a estrutura jurídica certa (ex.: doação com reserva de usufruto, compra com usufruto, ou direito de habitação) e trate bem impostos, registos e regras familiares.