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Vive no estrangeiro e tem uma casa em Portugal? A dúvida é comum: compensa mais arrendar e receber uma renda mensal, ou vender e libertar capital? A resposta depende menos da renda anunciada e mais do valor líquido que fica no seu bolso. Para decidir bem, deve comparar impostos, custos de manutenção

Vender a casa para pagar um lar é uma das decisões mais difíceis que uma família pode enfrentar. Não é apenas uma venda. É, muitas vezes, o encerramento de uma fase de vida, a saída de uma casa onde ficaram décadas de memórias e a entrada numa nova realidade de cuidados, segurança e dependência.

Vender uma casa em Portugal estando fora do país é possível — mas exige uma preparação documental mais cuidada do que numa venda feita por um proprietário residente em Portugal. O desafio não está apenas em saber quais são os documentos necessários para vender. Está em perceber quais pode obter à

­Vender uma casa em Portugal vivendo no estrangeiro é perfeitamente possível. Mas também é um processo onde pequenos atrasos, documentos em falta ou decisões mal preparadas podem custar milhares de euros.

Vender uma casa em Portugal quando se vive no estrangeiro deixou de ser uma questão simples de “aplicar 28% à mais-valia”. A grande alteração não nasceu em 2025, mas continua a ser decisiva para quem vende imóveis em Portugal neste ano. Desde 2023, muitos não residentes deixaram de estar, em regra,

Vender casa para comprar outra é uma das operações mais delicadas no mercado imobiliário português. Não se trata apenas de vender um imóvel e comprar outro: envolve crédito habitação, CPCV, prazos de escritura, impostos, mais-valias, mudança de casa e coordenação entre várias partes.

Vender uma casa por 350.000€, 500.000€ ou 800.000€ não significa receber esse valor na conta. Esta é uma das dúvidas mais importantes para qualquer proprietário antes de aceitar uma proposta: quanto dinheiro sobra realmente depois de vender a casa?

Uma herança indivisa não é apenas uma questão jurídica entre herdeiros. É também uma situação com efeitos fiscais próprios — com obrigações reais, prazos concretos e consequências financeiras para quem as ignora. A maioria das famílias só descobre isto quando já há coimas, notificações das Finanças

Se tem um imóvel com usufruto, vender pode parecer a única solução — mas, na prática, é muitas vezes a decisão mais cara. Na maioria dos casos, o problema não está no imóvel nem no mercado. Está na decisão tomada demasiado cedo, sem analisar alternativas. E isso pode traduzir-se em perdas de dezena

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