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A área bruta privativa é a medida “oficial” (em m²) do espaço fechado de uso exclusivo da sua fração, incluindo paredes e, em certos casos, marquises/varandas fechadas, caves e sótãos privativos. Em Portugal, esta área é crítica porque aparece na Caderneta Predial, influencia a forma como se calcula
Neste guia completo, vou dar-te um plano prático de 90 dias, com custos reais, enquadramento legal (AMI, atividade, impostos), e com uma leitura inteligente do mercado usando dados oficiais vs portais.
Se um herdeiro está a bloquear a venda de um imóvel herdado, o problema raramente é “a lei”. O problema costuma ser confiança, medo e percepção de injustiça: medo de vender barato, medo de ser enganado, medo de perder memórias, ou simplesmente uma relação familiar já quebrada.
Quando herdeiros não chegam a acordo sobre o preço de um imóvel, é crucial explorar soluções antes de recorrer ao tribunal. Este artigo apresenta cinco abordagens, incluindo avaliações independentes e vendas de quota-parte, para facilitar a partilha e evitar conflitos.
Para perceber impostos na herança em Portugal, pense assim: não existe “imposto sucessório” como antigamente, mas pode existir Imposto do Selo sobre transmissões gratuitas (heranças e doações). A regra prática é simples: cônjuge/unido de facto, descendentes e ascendentes estão isentos de pagar, mas
A pintura e a iluminação são soluções acessíveis e eficazes para valorizar imóveis herdados em Portugal. Uma nova camada de tinta e lâmpadas modernas podem transformar espaços datados, atraindo compradores e aumentando o valor de venda rapidamente.
Quanto vale o meu apartamento? Vale aquilo que um comprador real consegue pagar hoje, para um imóvel como o seu, na sua zona, em condições normais de mercado. Na prática, não é “um número mágico”: é um intervalo defendível.
Quem fica com a casa no divórcio ou separação depende de 3 coisas simples: (1) quem pode viver na casa (uso), (2) quem é dono (propriedade/partilhas) e (3) quem fica responsável pelo crédito (banco). Confundir estas 3 camadas é o erro que mais cria injustiças, atrasos e perdas de dinheiro.
Aos 65, o jogo muda. As despesas mensais, a saúde, a energia para gerir obras e escadas, e até a tranquilidade familiar passam a pesar mais do que “ter a casa de sempre”. E há um detalhe que faz muita diferença: as regras fiscais podem permitir reduzir (ou evitar) imposto sobre mais-valias em